Porque estou tão francesa? Je ne c'est pas. Nota-se pelo nome do blog, pelos posts, pelas palavras... Acredito que todas nós deveríamos ter um pouco da mulher francesa dentro de nós, admiro o jeito francês de ser. Fui constantemente influenciada pelas obras francesas, começou com o livro "as mulheres francesas não engordam" qual recomendo a todas as mulheres. O livro fala dos hábitos franceses e do poder que as mulheres francesas têm de obter prazer, por exemplo, num pequeno pedaço de chocolate há um apreciamento muito grande, tornando-se desnecessário uma barra inteira sugada de uma vez, como se vê muito na cultura das americanas. Claro, isso é uma generalização, nem todas as francesas são iguais, porém estamos falando de hábitos tradicionais.
Algum tempo depois de devorar esse livro, resolvi assistir o filme "Le fabuleux destin d' Amélie Polain". Este filme sim, virou meu favorito. Já havia o assistido, mas tinha sido há muito tempo, tempo qual, muito jovem (certo, talvez 3 anos atrás), não me esforçava para entender as coisas, por mais simples que sejam. Asstindo-o de novo, passei a amá-lo. Ele também fala da apreciação dos pequenos prazeres. Enfim, é um filme que eu, pessoalmente, amei. Após esse, logo assisti "A culpa é do Fidel", amei também.
A pouco tempo, resolvi fazer ballet, algo em que pensava há anos, me inspirando ainda mais sobre a França. Não que os dois estejam diretamente ligados, o ballet, de fato, se originou na Itália e o método de ballet mais conhecido é o russo, não o francês. Mas não sei, acabei assimilando-os, talvez por conta do nome dado à seus passos, muitos de origem francesa.
Outra razão, é a qual muito provavelmente viajarei para Paris esse ano.
Pois é, não sei explicar ao certo, talvez seja apenas uma fase. Uma fase qual estou admirando intensamente as obras, artes, enfim a cultura francesa. Mas não pense que por conta disso, hei de esquecer-me da cultura de onde nasci, pra mim, a primordial. Estou amando a cultura francesa atualmente, mas nunca deixarei de amar a minha cultura brasileira. A comida francesa é maravilhosa, mas nunca largarei minha tapioca, meu arroz e feijão, meu pão-de-queijo... (A não ser por dieta, risos). Enfim, acabei de assistir "Une femme mariée" e recomendo, estou aqui, me maravilhando com as obras francesas, estou interessada em ler Sartre também. Nouvelle Vague...
Alors, je ne c'est pas.
Alors, je ne c'est pas.
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